Análise - Altered Beast


 (De notar que esta análise faz parte da republicação de algumas análises do PSGames Power, o blog a que este sucedeu, e esta análise algo reajustada agora, é originalmente de 2016)
 
Altered Beast já não é nenhuma novidade para quem anda pelo mundo de gaming ou que já adquiriu uma das colectâneas da Sega-Mega Drive, mas o que nos reserva a versão do jogo lançada na PSN?
 
 
 
Basicamente é o jogo original com todo o seu charme, história curta ( tanto de duração como de digamos impacto no jogo em si), sons e jogabilidade que fazem dele uma experiência única. Infelizmente digamos que em modo pelo menos Normal o jogo torna-se algo simples até de se fazer, isto é caso não queiramos testar as nossas habilidades de tentar fazer o jogo sem fazer "Continue" (continuar) em que regressamos aos moldes de se perdermos as nossas vidas todas, é game over.
 
Temos uma novidade que é a adição de um modo co-op local e online, pelo que se quisermos ter o jogo a 100% ganhando os seus 12 troféus necessitamos de participar numa sessão de co-op online, isto torna até as coisas um pouco mais interessantes pois podemos partilhar a experiência com outras pessoas, como amigos, família, jogadores de todo o mundo, consegue ser algo divertido e em que até temos opção de Chat de Voz online, claro que para ficar algo mais interessante convêm meter o nível de dificuldade para Hardcore, algo que ainda não experimentei mas faço tensões.
 
 
As adições não se ficam por aqui, para iniciar-mos um novo jogo podemos selecionar a dificuldade que vai de easy a hardcore, e o estilo de jogabilidade que vai de easy a hardcore em que esta opção só vai afetar com quantas vidas e barras de energia começamos o jogo.
 
A aventura real começa quando iniciamos o jogo, em modo normal é algo que se faz bem em 30 minutos mas não deixa de ser uma experiência única com aquele clássico "Rise from your grave" que Zeus diz para trazer a nossa personagem à vida com a demanda de salvar a sua filha, Athena, das garras do Deus Demónio do submundo, Neff. A dificuldade do jogo parecendo que não é algo complicado, principalmente no Stage 3 em que precisamos de conseguir realmente coordenar os nossos ataques contra as formigas gigantes que vêm na nossa direção em constante movimento sendo que se não conseguir-mos meter uma boa coordenação a nível de tempo para lhes conseguir-mos acertar um bom soco ou pontapé levamos com elas todas em cima, mas não são só estas, temos uma espécie de inimigos mesmo no Stage 1 que são algo parecidos com ogres, ou melhor dizendo sendo que isto se passa na mitologia dos deuses do Olympo, Cyclops, mas de estatura mais aproximada a de um humano que também temos de coordenar um pouco. Enfrentamos uma variedade de inimigos, tartarugas gigantes, lobos, zombies, formigas gigantes, uma espécie que parece ser o resultada de uma fusão de unicórnio com homen, sátiros e não só. Os bosses parecendo que não tornam-se difíceis, até o mais simples precisa de uma estratégia para o vencermos sem perder vida, sendo que isto se torna quase uma missão impossível com o último boss, mas que nos dará mesmo assim um certo sentimento de satisfação quando os conseguimos derrotar.
 
 
Infelizmente o jogo só contêm 5 Stages, acho que merecia mais, mas não deixa de ser uma grande experiência por causa disso, continua a ser épico podermos transformarmos-nos em Lobisomem, Dragão, Urso, Tigre e num Lobisomem Dourado, todos eles com os seus dois ataques únicos. Para mim este jogo é uma daquelas experiências que todos os gamers deveriam fazer pelo menos uma vez.
 
 
A experiência clássica e que considero intemporal, infelizmente em termos de história digamos que se fica mesmo como uma experiência completamente de arcada. A jogabilidade é a mesma de sempre e continua boa. Em termos de sons, banda sonora e gráficos, continua a ser uma excelente experiência para quem aprecia os clássicos dos videojogos, sendo que no fim o jogo merece um  8/10 da nossa parte.

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